O ethos e a condição paratópica do ator em A glória e seu cortejo de horrores, de Fernanda Torres

Autores

  • Yuna Chloé Le BOURLEGAT Universidade Estadual Paulista (UNESP/SJRP/Brasil)

Resumo

 RESUMO: Neste artigo, tomando o fato literário como discurso, analisamos alguns aspectos do romance A Glória e seu cortejo de horrores (2017), de autoria da atriz e escritora brasileira Fernanda Torres. Partindo dos conceitos teórico-metodológicos da Análise do Discurso de Linha Francesa, com ênfase nos conceitos de ethos, paratopia e cenografia, de Dominique Maingueneau (2006, 2008, 2020), observamos o modo como o ethos do personagem Mario Cardoso apresenta variações no decorrer da narrativa. Ademais, refletimos sobre a condição paratópica do personagem e aspectos da cenografia da obra, fatores esses que também contribuem para a construção – e variação – do ethos.

PALAVRAS-CHAVE: Análise do Discurso de Linha Francesa; discurso literário; ethos.

Biografia do Autor

  • Yuna Chloé Le BOURLEGAT, Universidade Estadual Paulista (UNESP/SJRP/Brasil)

     Graduanda do curso de Licenciatura em Letras na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, São José do Rio Preto, São Paulo, Brasil. Orientadora: Profa. Dra. Anna Flora Brunelli. Bolsista PIBIC RT (processo n. 20113). Email: yuna.chloe@unesp. 

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Publicado

2026-09-13

Edição

Seção

Linguística