A escrita palimpséstica de Umberto Eco em A misteriosa chama da rainha Loana
Palavras-chave:
A misteriosa chama da rainha Loana, Interdiscursividade, Intertextualidade, Memória literária, Umberto Eco, Interdiscursività, Intertestualità, La misteriosa fiamma della regina Loana, Memoria letterariaResumo
A literatura está, desde sua origem, unida à memória, seja por seu caráter oral, quando ainda era tão somente recitada e seus ritmos e seus sons eram estruturados de modo a se inscreverem por longo tempo na memória coletiva, seja por seu papel de transportar a memória do mundo e dos homens, armazenando, assim, o movimento de sua própria memória. Para este trabalho, nos valemos do romance A misteriosa chama da rainha Loana (2005), do semiólogo e escritor italiano Umberto Eco, que utiliza o gênero Memória Literária para discutir as relações entre memória individual e memória coletiva. Ao tentar recuperar a memória pessoal perdida, Yambo, o protagonista da trama, acaba traçando um panorama histórico da Itália no período fascista; no interior dessa dinâmica, Eco vale-se de recursos como a intertextualidade e a interdiscursividade
para colocar em evidência questões inéditas concernentes à memória literária.
La letteratura è, dalla sua origine, collegata alla memoria, sia per il suo carattere orale, mentre era ancora solamente recitata ed i suoi ritmi ed i suoi suoni erano strutturati in modo a scriversi per lungo tempo nella memoria collettiva, sia per il suo ruolo di trasportare la memoria del mondo e degli uomini, conservando, in tal modo, il movimento della própria memoria. Per questo lavoro, usiamo il romanzo La misteriosa fiamma della regina Loana, del semiologo e scrittore italiano Umberto Eco, che utilizza il genere Memoria Letteraria per discutere il rapporto tra memoria individuale e memoria collettiva. Mentre cerca di recuperare la memoria personale perduta, Yambo, il protagonista della trama, delinea un panorama storico della Italia nel periodo fascista; all’interno di questa dinamica, Eco approfittasi di risorsi come l’intertestualità e l’interdiscursività per mettere in evidenza le questioni inedite sulla memoria letteraria.
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