Câmaras do M-AR: literatura e leitura em Mallarmé e T. S. Eliot
Resumo
A operação deste texto toma a crise instaurada/ora do Surrealismo como um apontamento possível para uma primeira abordagem da literatura. Dentro de um processo de deslocamento de sentido – ou ainda de atribuição errônea – pode-se ler não só a crise da representação instaurada pelos séculos XIX e XX, bem como a aposta em um texto que se configura, na derrisão de seu destino, ruína. A ruína da perda aurática do objeto de arte, que, tanto em Mallarmé como em T.S.Eliot, aparece como ideia de desaparecimento, de uma alegoria que opera o texto não mais como máscara, mas como fantasma, desvanecimento que, lido como sintoma, nos assombra e nos deslumbra.
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