A história compartilhada na literatura contemporânea: Paradise, de Toni Morrison, e Rosa Maria Egipcíaca da Vera Cruz, de Heloísa Maranhão
Resumo
Este artigo objetiva analisar de modo comparativo os romances Paradise, da autora norte-americana Toni Morrison (1999), e Rosa Maria Egipcíaca da Vera Cruz, da autora brasileira Heloisa Maranhão (1997), como leituras da humanidade em movimento. Os dois romances revisam o conceito histórico de nação ao focalizarem personagens híbridas, que empreendem jornadas em busca de um lugar para morar, em espaços inconstantes e escopos temporais seculares. Da análise entre essas duas narrativas delineia-se a ideia de “história compartilhada” nas metáforas elaboradas pela linguagem; na narrativa que constrói subversões de tempo cronológico e espaço fixo; na problemática da referência da linguagem ao “passado histórico”; e em processos de hibridação transformativos do campo do imaginário da sociedade contemporânea.
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