Duas lunetas mágicas
Palavras-chave:
Erckmann-Chatrian, fantástico, A luneta mágica, La lunette de Hans Schnaps, Joaquim Manoel de Macedo, luneta mágica, Erckmann- Chatrian, FantasticResumo
RESUMO: Simplício, o protagonista de A Luneta mágica (1868), de Joaquim Manoel de Macedo, dizia-se duplamente míope: física e moralmente. Por essa razão foi levado ao estabelecimento de um armênio que lhe forneceu lentes mágicas. Estas deveriam permitir-lhe enxergar melhor o mundo e as pessoas. O farmacêutico Hans Schnaps de La lunette de Hans Schnaps (1859), um dos contos fantásticos de Erckmann-Chatrian, cria uma lente mágica cujo poder é o de ler o pensamento das pessoas. Neste artigo, de caráter comparativo, pretendemos demonstrar o sentido alegórico dos dois textos e o papel, em ambos, representado pelo objeto mágico.
ABSTRACT: Simplício, the protagonist in Joaquim Manoel de Macedo’s A luneta mágica (1868), claimed to be doubly shortsighted: both physically and morally. For this reason he was taken to the shop of an Armenian who supplied him with magic lenses. These should enable him to better see the world and people. The pharmacist Hans Schnaps, from La lunette of Hans Schnaps (1859), one of the fantastic tales by Erckmann-Chatrian, creates a magic lens that can read people’s thoughts. This comparative article seeks to evince the allegorical meaning of these two texts and the role of that magical object in them.
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