António, Ana e Narcisa: as transgressões de Camilo Castelo Branco, em “O cego de Landim”
Keywords:
Camilo Castelo Branco, Gênero, Novelas do Minho, O cego de LandimAbstract
Neste artigo, abordamos como Camilo Castelo Branco, autor português do século XIX, na novela “O cego de Landim”, que integra as Novelas do Minho, apresenta discussões contemporâneas, como a identidade de gênero, e, indiretamente, aborda o amor homoafetivo. Para fazê-lo, investigamos o percurso entre transgressões, malandragens e marginalidades de António José Pinto Monteiro (o cego de Landim), de Dona Ana Neves e de Narcisa do Bravo. Além da contemporaneidade temática, ponderamos acerca da atualidade estilística e estrutural empreendida pelo autor oitocentista.
https://doi.org/10.29327/2193714.15.1-8
Downloads
Issue
Section
License
Os manuscritos aceitos e publicados são de propriedade de divulgação da revista Olho d'água, respeitando-se os direitos à propriedade intelectual dos respectivos autores.
É vedada a submissão integral ou parcial do manuscrito a qualquer outro periódico, exceto com a autorização expressa dos editores. A responsabilidade do conteúdo dos artigos é exclusiva dos autores.
A tradução para dos artigos para outro idioma ou a publicação de trabalhos já publicados na revista, em outros meios, somente será permitida mediante prévia autorização escrita do Editor, ouvida a Comissão Editorial. Além disso, a revista adere às diretrizes da
. É permitido, no entanto, o uso irrestrito do conteúdo dos artigos, tanto para fins acadêmicos quanto comerciais, desde que sejam devidamente indicados os direitos referentes à autoria e à publicação.