Políxena, de María García Esperón
Palavras-chave:
Estudos Clássicos, traduçãoResumo
Neste capítulo de El escudo de Aquiles, de María García Esperón, “Noche XIX: Polixena”, em Olho d’Água, pode-se ouvir em língua portuguesa a voz de uma Políxena apaixonada, na tradução inédita deste vivo e criativo exemplo de uma narrativa moderna urdida a partir de emocionante herança clássica. Em “Polixena”, além de recontar o mito troiano, essa notável escritora mexicana, por meio das letras hispânicas, explora as subjetividades das personagens em seus diferentes pontos de vista em relação à Guerra de Troia, com uma poética particularmente sensível no que toca à princesa troiana, do que resulta uma personagem de coração pulsante, que canta ela mesma sua lástima e seu cruel destino, suas inquietações loquazes as quais quedavam silenciadas em seu interior, mas que aqui abandonam a taciturnidade para se transformar em pungente reflexão acerca da dignidade e do destino das mulheres.
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