Políxena, de María García Esperón

Autores

  • Cláudio Aquati UNESP
  • Nicolas Pelicioni de Oliveira UNESP
  • Gelbart Souza Silva UNESP
  • Edna Carla Stradioto UNESP

Palavras-chave:

Estudos Clássicos, tradução

Resumo

Neste capítulo de El escudo de Aquiles, de María García Esperón, “Noche XIX: Polixena”, em Olho d’Água, pode-se ouvir em língua portuguesa a voz de uma Políxena apaixonada, na tradução inédita deste vivo e criativo exemplo de uma narrativa moderna urdida a partir de emocionante herança clássica. Em “Polixena”, além de recontar o mito troiano, essa notável escritora mexicana, por meio das letras hispânicas, explora as subjetividades das personagens em seus diferentes pontos de vista em relação à Guerra de Troia, com uma poética particularmente sensível no que toca à princesa troiana, do que resulta uma personagem de coração pulsante, que canta ela mesma sua lástima e seu cruel destino, suas inquietações loquazes as quais quedavam silenciadas em seu interior, mas que aqui abandonam a taciturnidade para se transformar em pungente reflexão acerca da dignidade e do destino das mulheres.

 

https://doi.org/10.29327/2193714.14.1-2

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Como Citar

Aquati, C., Oliveira, N. P. de, Silva, G. S., & Stradioto, E. C. (2023). Políxena, de María García Esperón. Olho d’água, 14(1). https://www.olhodagua.ibilce.unesp.br/Olhodagua/article/view/957