Estilos subculturais e a literatura pop contemporânea
Resumo
Com base na leitura de Trainspotting (1993), de Irvine Welsh, Ou clavículas (2002), de Cristiano Baldi, e Vidas cegas (2002), de Marcelo Benvenutti, discute-se acerca do papel das subculturas (HEBDIGE, 2006) na configuração das personagens da literatura pop contemporânea. A partir das narrativas, é possível questionar, no contexto do capitalismo globalizado, o caráter subversivo que se atribui aos estilos subculturais. No discurso literário pop contemporâneo, percebe-se uma ambiguidade no que tange aos modos de subjetivação e à apropriação de estilos subculturais: por um lado, compreende-se tal relação como uma estratégia de resistência, por outro, trata-se de parte da necessidade de ser cool, que orienta o indivíduo contemporâneo. Lançando mão de uma abordagem transdisciplinar da teoria da literatura, pretende-se compreender o discurso literário pop como espaço fértil para a configuração de um imaginário transnacional urbano.
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