El cuerpo se escribe como un gesto ineluctable
Palavras-chave:
cuerpo, imagen, palabra, psicoanálisis, Body, Image, Psychoanalysis, WordResumo
RESUMEN: Este texto toma como objeto principal al cuerpo, uno que Gabriela Liffschitz construirá entre el recurso fotográfico de autorretratos presentes en Recursos humanos (2000) y en Efectos colaterales (2003) y la escritura de Un final feliz (2009). Nuestra hipótesis de trabajo es que la autora montará un nuevo cuerpo entre la palabra y la imagen, como un trabajo que no puede deslindarse (para esta obra) de otro particular puesto en acto en el diván. Intentaremos ver cómo ante el gesto cartesiano que pregunta “¿Soy estas manos, esta cara, este cuerpo?”, Liffschitz elabora un camino que evoca lo que Foucault llamó el “cuidado de si” (epimeleia heautou), donde una nueva imagen se escribe. Con esto buscamos, en el decir de la autora, revisar lo que Lacan pudo elaborar sobre la construcción de un cuerpo.
ABSTRACT: The body is the main object of this essay, the one that Gabriela Liffschitz builds through the photographic resources of self-portraits present in Recursos Humanos (2000), Efectos colaterales (2003), and the writing of Un final feliz (2009). We argue that the author stitches a new body in the intersection of words and images, as a piece of work that cannot be unraveled (in this case) from the one that she sets in motion on the divan. By facing the Cartesian gesture that asks “Am I these hands, this face, this body?,” we demonstrate how Liffschitz evokes what Foucault calls as “the care of the self” (epimeleia heautou) in which a new image is written. Taking into consideration what has been put into place, we intend to seek out the author’s statement, running through what Lacan was able to elaborate on the construction of the body.
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