"Tenho um ermo enorme dentro do olho": memórias inventadas
Resumo
A trilogia Memórias inventadas (A infância - 2003, A segunda infância -2005 e A terceira infância - 2008) coloca de novo e de forma explícita a dualidade falso/verdadeiro, que se traduz pela sua correlação com não-inventado/inventando, denominador comum de toda a sua produção literária. O depoimento “Manoel por Manoel” – na abertura dos volumes - a princípio parece resolver a questão, mas não é o que acontece, como pretende ilustrar a análise de alguns poemas, ao mesmo tempo em que exemplifica, com realizações concretas, conceitos centrais de sua poética.
The Memórias Inventadas trilogy (A infância - 2003, A segunda infância -2005 and A terceira infância - 2008) places again and explicitly the true/false duality, which means its correlation with non-invented/inventing, common denominator to all his writing. The statement "Manoel por Manoel" – at the volume’s beginning – seems to solve the issue at first, but it is not what happens as the analysis of some poems intends to illustrate, at the same time that it exemplifies, with concrete achievements, central concepts of his poetry.
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