Fluxo de consciência no monólogo de Molly Bloom, em Ulysses de James Joyce e nos de Sethe, Denver e Beloved, em Beloved de Toni Morrison

Autores

  • Ana Letícia Sanches Silva

Palavras-chave:

Beloved. Fluxo de consciência. James Joyce. Toni Morrison. Ulysses.

Resumo

A partir do uso de fluxo de consciência e das inovações trazidas pelo último episódio, chamado de "Penélope", de Ulysses (primeira edição de 1922), de James Joyce, compararemos esse monólogo interior em livre fluxo de lembranças, sentimentos, sem pontuação e sem conformidade às regras gramaticais, com a construção dos monólogos de Sethe, Denver e Beloved, em Beloved (primeira edição de 1987), de Toni Morrison. Tendo como referência o trabalho de Robert Humphrey em Stream of consciousness in the modern novel (1958), conceituaremos o uso do fluxo de consciência nos monólogos analisados e procuraremos investigar suas implicações na representação das personagens, assim como na construção dos romances em que se inserem.

 

 

https://doi.org/10.29327/2193714.16.1-8

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Como Citar

Silva, A. L. S. (2025). Fluxo de consciência no monólogo de Molly Bloom, em Ulysses de James Joyce e nos de Sethe, Denver e Beloved, em Beloved de Toni Morrison. Olho d’água, 16(1). https://www.olhodagua.ibilce.unesp.br/Olhodagua/article/view/1029