Olho d'água, v. 1, n. 1 (2009)

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DO BELO E DO MORRER: Alceste 244-415 e Ifigênia em Áulis (vv. 1466-1499; 1540-1610) - Revisitação

Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa

Resumo


Desde a Grécia clássica, nossa condição de seres humanos mortais tem sido uma questão incômoda. Tentamos evitá-la e, até mesmo, mascará-la a cada momento em que deparamos com ela. A partir desta questão, neste artigo, tentamos analisar alguns aspectos da poesia do último grande trágico grego, Eurípides, a fim de captar e compreender a multiplicidade de estratégias das quais nos utilizamos para escapar, quando o fatídico momento chegar. Observamos as possibilidades e recursos oferecidos pela linguagem confrontados com realidades possivelmente inexprimíveis. Em nossa abordagem, selecionamos excertos de duas tragédias euripidianas que se relacionam com o poder do logos e a luta com a transitoriedade do ser. Nosso objetivo maior é discutir a expressão do inexprimível e a fuga do inevitável.


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